O crescimento acelerado dos ciberataques no Brasil vem transformando a forma como empresas de todos os portes e segmentos encaram a segurança da informação. O que antes era visto como um investimento opcional ou restrito a grandes organizações, hoje se tornou uma necessidade estratégica para qualquer negócio que opere em ambientes digitais — da indústria ao varejo, da saúde à educação.
A facilidade com que atacantes conseguem explorar vulnerabilidades, acessar dados sensíveis e interromper operações é alarmante. Ao mesmo tempo em que a tecnologia impulsiona eficiência, inovação e integração de processos, ela amplia a superfície de ataque. Nesse cenário, proteger informações críticas deixou de ser apenas uma questão técnica e passou a ser uma questão de continuidade do negócio.
É nesse contexto que os Provedores de Serviços de Segurança Gerenciada (MSSPs) ganham protagonismo no mercado brasileiro.
A preocupação com segurança cibernética já é uma realidade consolidada no Brasil, tanto no setor privado quanto no setor público. A crescente digitalização dos serviços e a sofisticação das ameaças levaram as organizações a ampliar investimentos em tecnologias, processos e governança de segurança.
Segundo o Relatório de Segurança Cibernética 2025 — Panorama e Insights, da Brasscom, o Brasil deverá investir R$ 104,6 bilhões em segurança cibernética até 2028, reforçando a relevância do tema no planejamento estratégico das empresas.

Quando observamos especificamente o mercado de MSSPs, os números confirmam um cenário ainda mais promissor. De acordo com dados da Market Research Future (MRFR), o setor de serviços gerenciados de segurança no Brasil foi estimado em US$ 637,77 milhões em 2023, com projeção de crescimento para US$ 1,48 bilhão até 2035. Esse avanço reflete a busca das empresas por especialização, escalabilidade e otimização de custos, sem abrir mão de proteção contínua.

A complexidade do ambiente digital atual torna cada vez mais difícil para as organizações manterem internamente todos os recursos necessários para uma defesa eficaz. Monitoramento contínuo, resposta a incidentes, gestão de vulnerabilidades, conformidade regulatória e inteligência de ameaças exigem ferramentas avançadas e profissionais altamente especializados.
Para pequenas e médias empresas, os MSSPs muitas vezes representam a única forma viável de acessar segurança de nível corporativo. Modelos flexíveis permitem iniciar com serviços essenciais — como proteção de endpoints, gestão de vulnerabilidades ou SOC como serviço — e evoluir conforme o negócio cresce.
Já para grandes organizações, a adoção de MSSPs complementa as equipes internas. A terceirização de funções críticas de segurança reduz a sobrecarga operacional, garante cobertura 24x7 e permite que os times internos foquem em inovação e estratégia, enquanto especialistas cuidam da proteção do ambiente.
Apesar do crescimento, o setor de MSSPs enfrenta desafios relevantes. Um dos principais é a escassez de profissionais qualificados em tecnologia e cibersegurança. Estimativas da Brasscom apontam para a necessidade de centenas de milhares de novos profissionais, enquanto o número de formandos ainda está muito abaixo da demanda do mercado.
Outro ponto crítico é o avanço das exigências regulatórias, como a LGPD, que impõe responsabilidades claras sobre a proteção de dados pessoais. Além disso, ambientes híbridos e multicloud ampliam a complexidade da gestão de segurança, exigindo visibilidade integrada, governança e resposta rápida a incidentes.
Nesse cenário, MSSPs que combinam tecnologia, processos maduros e expertise se tornam parceiros estratégicos para empresas que precisam operar com segurança, previsibilidade e conformidade.
Diante do crescimento acelerado dos ciberataques no Brasil e da maturidade cada vez maior do mercado de MSSPs, o modelo de Serviços de Segurança Gerenciados (MSS) se consolida como uma escolha estratégica para organizações que precisam proteger seus ambientes digitais sem perder o foco na geração de valor para o negócio.
O MSS Brasiline segue os preceitos recomendados pelo Gartner para provedores de serviços gerenciados de segurança (MSSPs), oferecendo um modelo completo de cibersegurança de ponta a ponta como serviço, com sustentação continuada e processos consolidados há mais de 15 anos.
Nesse modelo, a Brasiline é responsável por monitorar e gerenciar ambientes de TI de forma remota, utilizando estruturas especializadas de SOC, inteligência de ameaças e operações contínuas de segurança, garantindo proteção consistente, previsibilidade operacional e conformidade regulatória.
O portfólio de MSS da Brasiline foi desenhado para atender empresas de diferentes portes e níveis de maturidade em segurança, cobrindo todas as camadas críticas:
A inteligência gerada pelo SOC também facilita processos de auditoria, investigações internas e tomadas de decisão mais assertivas.
Cada vez mais, empresas optam por terceirizar suas estruturas de segurança para lidar com a complexidade técnica, a escassez de talentos e os custos crescentes da operação interna. Com o MSS Brasiline, é possível obter:
Ao contratar o MSS Brasiline, a organização passa a contar com segurança como serviço, sustentada por processos robustos, expertise comprovada e operação contínua — um fator decisivo em um ambiente digital cada vez mais ameaçado. Acesse e saiba mais!
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