O cenário global de ciberameaças segue em constante evolução, e um novo ransomware identificado recentemente reforça esse alerta. Batizado de Osiris, o malware vem chamando a atenção de pesquisadores de segurança por empregar técnicas avançadas de ataque, evasão e dupla extorsão, colocando empresas de médio e grande porte no centro do risco.
Mais do que uma nova variante, o Osiris demonstra um nível de sofisticação que o aproxima de operações já conhecidas no submundo do cibercrime, como o LockBit, indicando a atuação de um grupo altamente organizado e experiente.
As campanhas associadas ao Osiris são direcionadas, o que significa que os atacantes estudam previamente o ambiente da vítima antes de iniciar o ataque. Após a infiltração inicial, o malware executa uma série de ações coordenadas:
Ao final do processo, a vítima recebe uma nota de resgate acompanhada de ameaças claras de vazamento de dados sensíveis.
Assim como outros ransomwares modernos, o Osiris segue o modelo de dupla extorsão. Além de criptografar os dados, os atacantes realizam a exfiltração das informações para servidores sob seu controle.
Caso o pagamento não seja realizado, a empresa passa a enfrentar riscos adicionais, como:
Esse modelo amplia significativamente o impacto do ataque, transformando um incidente técnico em um risco corporativo e estratégico.
As análises iniciais indicam que o Osiris tem como foco principal ambientes Windows, atingindo empresas de diferentes setores. O grupo por trás da ameaça demonstra alto nível técnico, utilizando scripts personalizados para automatizar etapas do ataque e reduzir o tempo entre a invasão e a execução do ransomware — um fator crítico para driblar respostas defensivas.
Essa combinação de automação, técnicas furtivas e conhecimento avançado torna o Osiris uma ameaça especialmente perigosa para organizações que ainda dependem de defesas fragmentadas ou reativas.
Diante de ameaças cada vez mais sofisticadas como o Osiris, a proteção exige uma abordagem integrada, contínua e estratégica. Algumas medidas essenciais incluem:
Mais do que tecnologia, é fundamental contar com especialistas que acompanhem o cenário de ameaças em tempo real e atuem de forma preventiva.
O surgimento do ransomware Osiris reforça uma realidade já conhecida: a questão não é mais se um ataque vai acontecer, mas quando — e como a empresa estará preparada para responder.
Na Brasiline, a segurança cibernética é tratada de forma estratégica, combinando tecnologia líder de mercado, inteligência de ameaças e operação especializada para ajudar organizações a reduzir riscos, proteger dados críticos e manter a continuidade dos negócios.
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